Ministro da Cultura anuncia premiação ao Hip Hop

UNIÃO GOG subiu ao palco às 21 horas do domingo 14, acompanhado do ministro da Cultura, Juca Ferreira

O Palco Brasília, no Complexo Cultural da Funarte, reuniu cerca de mil pessoas, a maioria jovens, para assistir ao show do rapper brasiliense GOG que fazia parte da programação cultural da II Conferência Nacional de Cultura. GOG subiu ao palco às 21 horas do domingo 14, acompanhado do ministro da Cultura, Juca Ferreira, que anunciou o primeiro Edital de premiação destinado ao segmento Hip Hop.

O Prêmio Cultura Hip Hop – Edição Preto Ghóez, pagará um total de R$ 1,7 milhão, distribuídos entre cinco categorias e premiará 135 iniciativas culturais do segmento. As inscrições estarão abertas a partir de 6 de abril. O Edital homenageará o rapper, compositor e escritor e um dos principais líderes do movimento no Brasil, Preto Ghóez que faleceu em 2004.

“O Hip Hop é uma das principais manifestações culturais do Brasil”, afirmou o ministro. Segundo ele, com o edital, que será realizado pela Secretaria da Identidade e da Diversidade Cultural, o Ministério da Cultura reconhece a importância da produção cultural da juventude brasileira, principalmente, daquela que está na periferia. “Na realidade, o Hip Hop está em todo o Brasil, até na Amazônia e nas aldeias indígenas”, disse Ferreira.

Sobre Preto Ghóez, o ministro disse que o rapper conhecia profundamente a dimensão cultural do país. “O Prêmio foi construído em parceria com os integrantes do movimento Hip Hop e o Preto Ghóez foi o primeiro a nos procurar para construirmos essa parceria”, contou o ministro que foi para o meio do público e entrou no ritmo da dança do Hip Hop, enquanto Gog fazia o show.

Editais e Prêmios da Funarte

Antes do show, o presidente da Funarte, Sérgio Mamberti, lembrou que a cultura brasileira viveu quatro dias históricos com a realização da II CNC. Mamberti anunciou que a Funarte abrirá inscrições, até o final de março, para a realização de 24 prêmios e editais, com investimento total de R$ 53 milhões.

Texto: Heli Espíndola/MinC
Foto: Pedro França/MinC
Fonte: http://culturahiphop.uol.com.br/noticia

Grafitagem entra em exposição no Museu Brasileiro da Escultura

A partir do próximo dia 13 de março, o Museu Brasileiro da Escultura (MuBE) recebe a Graffiti Fine Art VI, uma mostra do que há de mais vanguarda na arte do grafite.

Artistas como Bonga, BR, Brown, Izolag, Jerrey, Hyper, Mignore, Pato, Jey e Vitorone expõem seus trabalhos que, acostumados ao ambiente aberto das cidades, será projetado agora sob as luzes mais direcionadas de um museu.

A curadoria é do também grafiteiro Binho Ribeiro, que fez uma seleção de estilos, técnicas e conceitos distintos para a mostra.

Serviço

Profissão: Graffiti Fine Art VI
Local: MuBE (Av. Europa, 218, São Paulo)
Horário: das 10h às 19h
Preço: Entrada gratuita
Até 28 de março

As informações são do site oficial do Museu e do portal Terra.

Estão abertas as inscrições para oficinas de hip hop em SP

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Estão abertas as inscrições para as oficinas de Hip Hop, promovidas pela SECA, Secretaria da Criança e do Adolescente de Paulínia, São Paulo. Os jovens que tiverem interesse em participar podem se dirigir até a instalação da SECA, que fica na Avenida São Bento, nº 1065, e se inscreverem.

As turmas estão em processo de formação, e os horários serão adaptados conforme os interessados forem se matriculando. “Mas já posso adiantar que a idéia é de que as oficinas sejam realizadas duas vezes por semana”, explica a secretária da SECA, Rita Coelho.

A Oficina Hip Hop está sob a coordenação do educador e coreógrafo Peter Black, e é um projeto que tem como objetivo a conscientização do jovem sobre seu próprio talento, além da prevenção às drogas e à violência.

O trabalho da Oficina vem sendo realizado com crianças e jovens que já fazem parte do programa da SECA. A Oficina Hip Hop desenvolve atividades de dança (break) e música (rap), trabalhando a inclusão social e a cidadania, e usado a arte como forma de reflexão

Fonte: http://culturahiphop.uol.com.br

Nesta sexta 26/06/2009 na Ação Educativa, mais uma edição do “Suburbano no Centro

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Fonte: Alessandro Buzo

Final do 2º CASA Rap Festival reúne 50 adolescentes

Evento Promovido pela Fundação Casa, antiga Febem, terá a participação de Thaíde, A Família, Ao Cubo e outros.

Evento Promovido pela Fundação Casa, antiga Febem, terá a participação de Thaíde, A Família, Ao Cubo e outros.

Cinquenta internos da Fundação CASA (antiga Febem) participam da Final do 2º CASA Rap Festival, nesta quarta-feira (17 de junho), no Memorial da América Latina, em São Paulo. O tema deste ano, “…ter direito à vida, ter direito igual…” , inspirou os adolescentes a escrever letras de músicas baseadas nas próprias histórias de vida, sofrimentos e esperança de um futuro melhor.

Nesta edição, o evento vai ter como mestre de cerimônia ninguém menos do que Thaíde, o lendário introdutor do hip hop no Brasil e atualmente apresentador do programa Manos e Minas, da TV Cultura. O júri vai ser formado por artistas renomados, como o grupo de rap Ao Cubo, o MC Dantiga, o escritor e poeta da periferia Alessandro Buzzo, o grupo de rap A Família, dentre outros.

Organizado pela Gerência de Arte e Cultura da Fundação CASA, o 2º CASA Rap Festival busca incentivar a criatividade e o trabalho com textos e poesias por meio de uma linguagem apreciada pela maioria dos jovens que cumprem medida socioeducativa.

Mais de 100 músicas foram inscritas pelos grupos formados em unidades de todo o Estado de São Paulo. Eles participaram de quatro semifinais: Ribeirão Preto, Botucatu e duas na Capital. “No palco, é o momento deles demonstrarem tudo o que aprenderam na preparação para o festival, como escrever letras de músicas, fazer rimas e ensaios para as apresentações”, disse o gerente de Arte e Cultura da Fundação, Guilherme Astolfi Nico.

Serviço

Onde: Memorial da América Latina
Quando: Quarta-feira (17 de junho)
Horário: das 19h30 às 21h30
Endereço: Avenida Auro de Moura Andrade, 664, Barra Funda, São Paulo.

Fonte: http://culturahiphop.uol.com.br/noticia

Governo abre inscrição para seleção e apoio financeiro a projetos de hip hop

FAC seleciona projetos para incentivo financeiro.

FAC seleciona projetos para incentivo financeiro.


As Secretarias de Cultura de vários estados estão com prazo aberto para o recebimento de inscrições para apoio de projetos culturais, incluindo projetos ligados à Cultura Hip Hop.

Os proponentes que desejarem receber ajuda financeira do governo deverão ler atentamente os editais do Fundo de Amparo à Cultura do seu respectivo Estado e ficar atentos aos detalhes da qualificação e habilitação, bem como da contrapartida exigida pelo Estado.

Em São Paulo, a Secretaria de Cultura abriu um concurso voltado exclusivamente para a seleção de projetos de hip hop. Trata-se do edital ProAC nº 10, cujo período é de 02 de junho a 03 de agosto de 2009. Neste Estado, somente podem se inscrever os moradores da região que ali residem por no mínimo dois anos.

Já na Capital Federal, o prazo é mais curto e o projeto de maior abrangência, visto que contempla todas as vertentes culturais, e não somente o hip hop. O Governo do Distrito Federal, por intermédio da sua Secretaria de Cultura, recebe as inscrições somente até o dia 15 de junho. É necessário ainda que o proponente possua Certificado de Entes e Agentes Culturais, cujo prazo de obtenção terminou dia 06 de maio.

Os grupos e artistas ligados ao hip hop de Brasília contam também com um grande aliado para orientação a respeito do FAC-DF. A Associação Cultural Claudio Santoro vem dando grande amparo nesse sentido e com isso vem revigorando a cena do hip hop candango. ACCS e uma entidade sem fins lucrativos cujo principal objetivo e desenvolver projetos culturais com ou sem cunho social. Desde o início de suas atividades, a Associação vem incentivando projetos culturais de todas as vertentes, incluídos aqueles ligados aos jovens da periferia de Brasília e do entorno do DF.

“Para que alguém possa apresentar um projeto para os órgãos públicos e também particulares você precisa de uma entidade sem fins lucrativos para captar esses recursos. Uma empresa também pode fazer isso se estiver no seu contrato social. A única diferença e que ela recolhe imposto e dá nota fiscal”, afirma a ACCS. “O FAC existe justamente para apoiar os artistas que não tem condições reais de financiar um projeto musical”, complementa.

Fonte: http://culturahiphop.uol.com.br/noticia

Câmara dos Deputados recebe exposição de graffiti

Exposição de graffiti leva a arte urbana até o ponto mais elitizado do país.

Exposição de graffiti leva a arte urbana até o ponto mais elitizado do país.


“Reciclando Cidades e Conceitos” é o nome de uma exposição que, pela primeira vez, leva trabalhos de artistas de graffiti para dentro da Câmara dos Deputados, em Brasília. A denominação, mais que adequada, representa o inusitado de se ter uma arte, considerada marginal há algum tempo, dentro de um espaço tão elitizado, que é o Congresso Nacional.

A exposição está montada no Espaço Cultural Zumbi dos Palmares, desde o último dia 2, podendo ser apreciada até o dia 25 de junho. Vinte graffiteiros de algumas partes do Brasil, principalmente São Paulo, Distrito Federal e Goiás, criaram 20 obras especialmente para a mostra.

Para entrar no Congresso e em muitos outros espaços e museus onde tem entrado, o graffiti teve que dividir a atenção de paredes e muros com as mais recentes telas. Em Brasília, as telas apresentadas são feitas de lona de caminhão reciclada.

Jordons Francisco é o representante dos artistas responsáveis pela exposição, o grupo Qaz UrbanArt, com sede em São Paulo. Ele explica que o graffiti, apesar de ter sido aceito como arte primeiramente no exterior que no Brasil, já tem tido bom trânsito em galerias e museus nacionais há algum tempo.

A arte, que era marginal, em um segundo momento passou a ser vista como uma arte de intervenção urbana, e aceita como tal, e, mais recentemente, tem se consolidado também em espaços fechados, sendo apreciada por públicos que gostam e entendem de vários tipos diferentes de manifestações artísticas.

Mas, apesar dos novos contextos, a transgressão da arte, que teve origem nas ruas, continua. Seja no conteúdo, seja na forma, seja no material usado, como as alternativas telas em lona reciclada do Qaz. Incontestável, já que, na essência, o graffiti tende a buscar o alternativo.

Fonte: http://culturahiphop.uol.com.br/noticia